UM ENCLAVE NÃO-CAPITALISTA COMO RESERVA TERRITORIAL

 

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作者: Simoni Santos, César Ricardo
格式: artículo original
状态:Versión publicada
Fecha de Publicación:2012
实物特征:Existe um traço comum entre muitos países do, assim chamado, “Novo Mundo”. Em sua maioria, os territórios desse macrocontinente latino-americano são o produto de uma dinâmica expansionista. Atualmente, muitos dos mais modernos e poderosos setores da economia mundial já estão instalados em áreas no interior desses territórios, mas isso não os livrou da condição de se constituírem, ainda hoje, como espaços de expansão de uma economia de fronteira, como a designou Kenneth Boulding. O conceito de acumulação por despossessão, empregado por David Harvey (2004), é central nesse caso. No Brasil, além das fronteiras de expansão amazônicas, alguns enclaves territoriais de pouca ou quase nenhuma capitalização prévia passam a ser utilizados, mais recentemente, para os fins da acumulação em escala global. Esse é o caso de algumas áreas no norte de Minas, disponibilizadas a partir de um projeto de irrigação que transforma por completo o uso daquelas terras. A análise dessa dinâmica sócio-espacial da acumulação capitalista cumpre com o objetivo de demonstrar como processos similares, normalmente analisados nas situações de fronteira, ocorrem a partir de tipologias e estratégias espaciais diversas.
País:Portal de Revistas UNA
机构:Universidad Nacional de Costa Rica
Repositorio:Portal de Revistas UNA
语言:Español
OAI Identifier:oai:www.revistas.una.ac.cr:article/2453
在线阅读:https://www.revistas.una.ac.cr/index.php/geografica/article/view/2453
Palabra clave:Território
Fronteira
Acumulação por despossessão.